Legado de Paulo Gracindo é celebrado em evento no Rio de Janeiro


O nome de batismo era Pelópidas Guimarães Brandão Gracindo, mas ele virou um ícone da televisão brasileira como Paulo Gracindo. Odorico Paraguaçu, prefeito de Sucupira, e um de seus mais antológicos personagens foi um marco na teledramaturgia com a novela “O Bem-Amado”, a primeira produzida e exibida totalmente em cores no Brasil. Em comemoração ao centenário de Paulo Gracindo, a Rede Globo realizou hoje, dia 21, um evento no Cinema Espaço Estação, no Rio de Janeiro, que reuniu artistas, familiares e amigos. O legado do ator foi lembrado com a exibição do documentário “Paulo Gracindo — O Bem-Amado” e o lançamento de um selo de circulação nacional pelos Correios.

Paulo Gracindo nasceu em 16 de julho de 1911, no Rio de Janeiro. Começou a trabalhar na TV Globo no final da década de 1960. Atuou nas primeiras novelas da emissora, como ‘A Rainha Louca’ (1967) e ‘A Gata de Vison ‘(1968), escritas pela cubana Glória Magadan. O primeiro personagem de grande destaque foi o bicheiro Tucão, na novela ‘Bandeira 2’ (1971), de Dias Gomes. Além de ator, foi locutor, produtor, compositor, comediante e apresentador de diversos programas musicais na época áurea da Rádio Nacional. Faleceu, aos 84 anos, no dia 4 de setembro de 1995, no Rio de Janeiro.


Legenda: Milton Gonçalves, Rogério Fróes e Marília Pera - TV Globo / Renato Rocha Miranda


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